|Luís Filipe
Cristóvão
O que se
conhecia de Madalena de Castro Campos, que tem vindo a publicar no blogue les cahiers de la mariée, já dava o tom
daquilo que se encontra n’ O Fardo do
Homem Branco, o seu primeiro livro, publicado pela açoriana Companhia das
Ilhas. Uma poesia fortemente cínica, no modo como a partir de uma personagem
feminina vai desconstruindo o marialvismo ainda latente na cultura portuguesa. A
utilização, no título, da referência a Rudyard Kipling, acaba por dar um tom
pesadamente irónico ao que encontramos dentro deste pequeno volume.
